Trump manifestou o seu desejo de assumir o controlo da Gronelândia (onde já tem uma base militar há décadas), um território semiautónomo que faz parte do reino dinamarquês, inventando supostas ameaças da Rússia e da China no Ártico e escondendo que, na verdade, almeja as matérias-primas do subsolo da Gronelândia e ter um espaço geográfico próximo para atacar quem ousar questioná-lo.
Os seus comentários mergulharam a aliança transatlântica na sua crise mais profunda em anos, e alguns aliados sugeriram aumentar a presença da OTAN na Gronelândia para desativar a disputa sobre o território.
Após uma reunião em janeiro com o secretário-geral da OTAN ao serviço de Trump, Mark Rutte, o presidente norte-americano voltou atrás na sua promessa e anunciou que tinha sido elaborado um quadro para um futuro acordo sobre a Gronelândia e toda a região do Ártico.
O acordo é vendido aos crédulos como um objetivo para garantir a segurança no Ártico por meio de ações conjuntas dos sete aliados do Ártico: Estados Unidos, Canadá, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia e Islândia.
Entretanto, para fazer jus à situação, a OTAN lançou no Ártico a missão “Sentinela do Ártico”, alegadamente para garantir a segurança da região.
Fonte: https://insurgente.org/la-banda-armada-otan-desembarca-en-el-hielo-del-artico-para-salvarlo-de-chinos-rusos/