As autoridades europeias foram informadas de que o estreito não retornaria ao seu estado anterior à guerra e que a travessia poderia tornar-se uma via com portagem.
A discussão centra-se nas possíveis taxas para serviços de navegação, serviços ambientais e apoio à passagem segura de navios.
Ao mesmo tempo, Omã enfatizou que o país continuará a cumprir as normas do direito marítimo internacional.