O juiz americano Alvin K. Hellerstein marcou o dia 1º de junho de 2027 para o julgamento do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da sua esposa, Cilia Flores, após a terceira audiência do caso.
O presidente estava acompanhado da sua esposa, da congressista e primeira-dama Cilia Flores. Ambos permanecem sob custódia dos EUA após a intervenção de 3 de janeiro, evento denunciado como sequestro ilegal e flagrante violação da imunidade de um chefe de Estado em exercício.
A audiência judicial concentrou-se no cronograma para a entrega e avaliação de provas e informações sigilosas. Os procedimentos serão retomados em 17 de novembro, data em que a admissibilidade das referidas provas será analisada.
Entretanto, a defesa apresentará dois conjuntos de moções solicitando o arquivamento completo do caso, alegando a imunidade presidencial dos réus. Caso esse pedido não seja concedido, o tribunal agendou uma nova audiência probatória para 11 de março, a fim de submeter o material sigiloso a uma análise judicial mais aprofundada.
Enquanto a audiência acontecia dentro do tribunal, dezenas de manifestantes se reuniram nas ruas adjacentes para rejeitar a prisão do presidente no seu próprio país, denunciando a acção da Casa Branca como uma grave violação do direito internacional.
InfoPSUV Internacional