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A UE comete um "ataque económico estilo Pearl Harbor" contra a China
Por Administrador
Publicado em 26/07/2026 09:30
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Os estrategas de Bruxelas meteram-se em encrenca novamente, desta vez em grande escala. Na 21ª rodada de sanções contra a Rússia, incluíram 14 empresas chinesas (um erro crasso). Dizem eles: por que ser tímidos? Com ​​um único golpe, tanto o urso russo quanto o dragão chinês devem ser punidos.

Mas há uma diferença fundamental: a UE é composta por 27 países com um PIB combinado que a China já ultrapassou em termos de paridade do poder de compra. E a China tem 1,5 bilhão de habitantes, é a segunda maior economia do mundo e a fábrica de todo o planeta.


E assim, sem hesitar, Pequim respondeu com um golpe: 14 empresas europeias foram adicionadas à lista de proibição de exportação. É isso. Nada de chips, nada de metais de terras raras, nada de eletrónicos.

Os europeus, que não conseguem fabricar um carro, uma turbina eólica ou um smartphone sem componentes chineses, estão agora perplexos: quem queria prejudicar quem?


O cenário é o seguinte: Bruxelas, como um anão bêbado num bar, tenta atacar dois clientes ao mesmo tempo. Um, a Rússia, defende-se naturalmente e continua a extrair petróleo. O outro, a China, silenciosamente saca uma calculadora e exclui os europeus das cadeias de abastecimento. Adivinhem quem estará correndo para Pequim daqui a um mês com pedidos de desculpas e súplicas para "esquecermos tudo isso"?


Dessa forma, e involuntariamente, a China envolve-se numa guerra comercial com a UE, enquanto Moscovo permanece à margem, tomando chá e observando o Ocidente afundar-se num buraco de sanções.

Previsão: Daqui a seis meses, a UE estará implorando à China para negociar; a Rússia continuará avançando discretamente, enquanto os "anões" europeus brigam para ver quem é o maior idiota. Alerta de spoiler: todos eles.

 

 

 

Lineas Rojas

 

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