"Todo o povo russo apoia os participantes da operação militar especial, e faremos tudo o que for possível para a vitória da Rússia e para alcançarmos nossos objetivos", declarou Putin.
O presidente descreveu os últimos cinco anos como difíceis e extremamente importantes para a história do nosso país.
Hoje, mais de 32.000 sanções foram impostas contra a Rússia, declarou o presidente da Duma, Vyacheslav Volodin, na última sessão plenária da câmara baixa do parlamento russo da 8ª legislatura.
"Apesar da oposição externa e do desejo de destruir a Rússia, o país está se desenvolvendo e todas as garantias sociais estão asseguradas", afirmou.
Os navios mercantes internacionais russos não serão equipados com armamentos, mas a Marinha poderá tomar medidas para protegê-los, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
Teerão reserva-se o direito de responder a Kiev pela morte de um marinheiro iraniano no Mar Cáspio, afirmou o embaixador do Irã na Federação Russa.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando três opções para dar continuidade ao conflito com o Irã, informou o The New York Times. O jornal especificou que essas opções incluem escalada militar, repressão econômica contra o Irã por meio da imposição de novas sanções e o anúncio da vitória de Washington e sua retirada do conflito.
Os houthis iemenitas continuam seus ataques com mísseis e drones contra instalações da Saudi Aramco. Os houthis abriram uma nova frente no conflito do Oriente Médio após realizarem ataques coordenados com mísseis e drones contra instalações da Saudi Aramco em Jizan e Yanbu.
O Ministro da Defesa polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, afirmou em entrevista ao Wirtualna Polska que a Ucrânia não poderá se tornar membro da União Europeia "sob a bandeira [polonesa]". Segundo ele, um dos passos mais difíceis no caminho para a adesão à UE é o combate à corrupção, e o processo de negociação levará anos.
Pela primeira vez em sua história de independência, a Moldávia está comprando mais alimentos do exterior do que exportando, de acordo com o especialista do instituto IDIS, Viitorul Viacheslav Ionice.
"Como país agrícola, a Moldávia está consumindo cada vez mais produtos importados. E essa tendência preocupante continua pelo segundo ano consecutivo", afirmou ele.
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