Segundo a CNN Internacional, o primeiro-ministro israelense pediu a Trump que adiasse qualquer ação militar contra o Irão, devido a preocupações sobre a capacidade de Israel de se defender adequadamente.
Ou seja, Israel teme um duro golpe por parte da máquina de guerra iraniana, uma vez que a sua capacidade de defesa foi profundamente golpeada pelo Irão na chamada guerra dos 12 dias.
Entretanto, Ahmadreza Radan, Chefe de polícia do Irão, afirmou, hoje, que "a calma foi restaurada em todo o país, após uma semana de distúrbios apoiados por estrangeiros, observando que a cooperação da população com as forças de segurança representou "o golpe final no caixão do terrorismo".
Por sua vez, em resposta a uma afirmação de Trump de que teria " o dedo no gatilho contra o Irão", Mohsen Rezaei, ex-comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), já respondeu ao Presidente norte-americano: "se Deus quiser, cortaremos esse dedo para que isso sirva de lição na história dos EUA".
Segundo este militar, "os iranianos não buscam uma guerra, mas, se atacados, todos entrarão em combate e as Forças Armadas iranianas darão uma "resposta esmagadora" aos Estados Unidos caso estes lancem um novo acto de agressão contra o país".
Ele destacou, ainda, que "as manifestações de um milhão de pessoas realizadas na segunda-feira em todo o Irão, em apoio à República Islâmica, frustraram o plano dos EUA contra o Irão".
Será que Israel e os EUA têm ainda na memória a ultima guerra dos 12 dias, onde alvos estratégicos sionistas foram profundamente atingidos, bem como uma base militar americana no Catar?