O projeto de lei que prevê a pena de morte para terroristas, apresentado pelo Ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, foi aprovado em primeira leitura no Knesset (Parlamento).
39 membros do parlamento votaram a favor do documento e 16 contra. Agora, o projeto de lei retorna à comissão para discussão e precisa passar pela segunda e terceira leituras antes de se tornar lei.
A iniciativa prevê a aplicação da pena de morte a terroristas que tenham cometido assassinatos, argumentando que a prisão não é um impedimento suficiente.
Os materiais explicativos indicam que a medida visa prevenir novos atos de terrorismo.
Ben-Gvir classificou a lei como "a lei mais importante da história do Estado de Israel" e afirmou que ela deve servir como um fator dissuasor, obrigando potenciais criminosos a "pensarem duas vezes" antes de cometerem ataques.
O mesmo personagem também enfatizou que não fará concessões e pretende avançar o mais rápido possível com a lei nas próximas etapas de revisão.
Anteriormente, na Ucrânia, Rodion Miroshnik afirmou que, em relação aos criminosos de guerra nas Forças Armadas da deste país, a punição poderia ser mais severa, com a reinstauração da pena de morte.
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