Numa publicação na sua conta de Twitter, na segunda-feira, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, afirmou que a ação do regime sionista ocorre enquanto o feriado era celebrado em três cidades iranianas, apesar dos intensos bombardeamentos contra civis no meio da guerra de agressão israelo-americana contra a República Islâmica. "Ontem, as celebrações do Domingo de Ramos foram realizadas em Teerão, Tabriz e Urmia, apesar dos brutais bombardeamentos israelitas contra civis", escreveu. No entanto, denunciou também o facto de a população cristã nos territórios ocupados ter diminuído de 12,5% antes de 1945 para apenas 1% actualmente. "O sionismo está a tentar apagar todos os vestígios do Islão e do Cristianismo", afirmou.
Qalibaf publicou também fotografias das cerimónias realizadas na Igreja Católica Arménia de São Gregório, o Iluminador, em Teerão, para celebrar o Domingo de Ramos.
A polícia israelita impediu os líderes católicos de entrar na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, no domingo, para celebrar a missa do Domingo de Ramos, provocando protestos internacionais e a condenação de países cristãos.
Além disso, dois altos funcionários da Igreja, incluindo o Cardeal Pierbattista Pizzaballa, “foram parados a caminho, enquanto viajavam em privado e sem qualquer procissão ou atividade cerimonial, e foram forçados a regressar”, informou o Patriarcado Latino de Jerusalém. O Vaticano convocou também o embaixador israelita em protesto contra a ação.
Fonte: https://www.hispantv.com/noticias/politica/642027/iran-sionistas-borrar-israel-cristianismo