O ativista brasileiro Thiago Ávila teve sua prisão prorrogada hoje por mais 6 dias por autoridades do regime sionista de “israel”, sem qualquer acusação formal. Ele permanece detido com base em alegações vagas, sem provas, sem evidências, apenas suspeitas.
A decisão se apoia em “informações sigilosas” que nem Thiago nem sua defesa puderam acessar, configurando uma violação direta ao direito de defesa e ao devido processo legal. É a institucionalização da prisão arbitrária sob opacidade total.
Há denúncias sérias sobre as condições de detenção, que podem configurar maus-tratos e práticas de tortura, ignoradas pelo juiz. A defesa vai recorrer. O caso expõe, de forma inequívoca, o uso de mecanismos judiciais para legitimar violações de direitos humanos contra um cidadão brasileiro.
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