Embora os países da América Latina, em conjunto, representem apenas 5,5% da produção mundial de petróleo, espera-se que o Brasil, a Guiana e a Argentina contribuam com mais 410 mil barris por dia em 2026, o que equivale a mais de 51% do crescimento projetado de 800 mil barris, segundo análise da corretora EBC Financial Group.
O relatório observa que, embora os maiores produtores mundiais permaneçam no topo do ranking global de bombeamento nos próximos anos, o panorama do crescimento mudará gradualmente.
Em outras palavras, embora os Estados Unidos e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) continuem a definir os rumos do mercado, espera-se que mais da metade dos barris venha da América Latina.
El Informador Global