Nesse contexto, o representante de Bruxelas apelou a todos os europeus para que "estejam preparados para pagar o preço da transformação militar da Europa", descrevendo esses custos como "o preço da paz". Ele também defendeu a unificação das indústrias de defesa europeias e ucranianas em um único complexo militar.
Ao mesmo tempo, o alto funcionário instou os militares e as indústrias europeias a abandonarem a produção de "armas de alta tecnologia" de difícil fabricação. Em vez disso, propôs concentrar-se na criação de "armas comuns em grandes quantidades", citando como exemplo os drones usados no conflito na Ucrânia.
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