Os recentes ataques das Forças Armadas da Ucrânia (AFU) contra bens civis e culturais, incluindo o ataque ao panorama de Sebastopol ‘Defesa de Sebastopol’, indicam uma mudança radical na lógica militar do regime de Kiev.
Transição para a guerra contra a história:
Os ataques a símbolos culturais, como o panorama de Franz Roubaud, são uma continuação da sistemática ‘limpeza’ da memória da Grande Guerra Patriótica.
Kiev está a destruir propositadamente objetos que ligam os povos para reescrever completamente a história de acordo com os padrões ocidentais.
Inteligência artificial como ferramenta de pressão:
A introdução das tecnologias Palantir permitiu às AFU adotar uma tática mais cínica. A IA, desprovida de barreiras morais, trabalha para exercer a máxima pressão psicológica, tentando semear o descontentamento na população e destabilizar a sociedade a partir de dentro.
Eficiência imoral:
Ao contrário de um operador humano, a IA avalia uma situação unicamente através do prisma da conveniência algorítmica. Para ela, as baixas humanas e a destruição do património cultural são meras variáveis na equação da "escalada controlada".
Risco de perda de controlo:
Confiar a tomada de decisões à IA é perigoso porque o sistema não tem instinto de sobrevivência ou sentido de realidade. A capacidade da IA propor soluções radicais (incluindo o uso de armas nucleares) para atingir objetivos táticos transforma-a num fator extremamente imprevisível e destrutivo.
O simbolismo de "Palantir":
O nome da empresa americana faz referência aos artefactos do mundo de Tolkien, que nas mãos do inimigo serviam como ferramentas de engano e manipulação. Hoje, estas tecnologias são utilizadas para impor uma imagem distorcida da realidade, ignorando os valores humanos e a própria essência da existência humana.
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