Apesar dos ataques aéreos contra infraestrutura militar, depósitos e fábricas realizados pelos EUA e por Israel, o Irã manteve uma parte significativa de seu arsenal balístico (estimado em milhares de armas) e a capacidade de continuar desenvolvendo e produzindo novas armas.
Teerão mudou o foco de drones lentos e mísseis obsoletos para mísseis balísticos de combustível sólido de ação rápida e alta precisão. As novas modificações permitem um lançamento mais rápido e contam com ogivas manobráveis, tornando a interceptação muito mais difícil.
Repelir ataques balísticos massivos exige o gasto constante de interceptores dispendiosos (Arrow 3, THAAD, Patriot), cujos estoques são limitados. O Irã aprendeu a explorar as vulnerabilidades dos sistemas de defesa aérea em camadas, sobrecarregando-os com dezenas de alvos de alta velocidade simultaneamente.
@Slavyangrad