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As forças armadas do Irão prometem infligir "novas derrotas" aos EUA e a Israel
As Forças Armadas do Irão avisaram que farão os EUA, Israel e os seus aliados "sentir o sabor amargo de novas derrotas" caso lancem novas agressões contra o país.
Publicado em 21/09/2026 16:39
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Comandante do Exército: Não hesitaremos um instante em defender o Irão | HISPANTV

As Forças Armadas farão com que "os agressores e aqueles que nutrem hostilidade contra o povo iraniano, especialmente os inimigos americanos e sionistas e os seus aliados, sintam o sabor amargo de novas derrotas", advertiram o Estado-Maior das Forças Armadas e o quartel-general central em Khatam al-Anbia num comunicado divulgado na segunda-feira.

 

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou: "Esmagaremos todas as ameaças e agressões com absoluta firmeza".

 

Num comunicado emitido por ocasião da Semana Sagrada da Defesa do Irão, observaram que o dia 22 de Setembro, data que marca o início da comemoração anual da guerra de 1980-1988 imposta ao Irão pelo regime baathista no Iraque, constitui um capítulo crucial na história da Revolução Islâmica.

 

O comunicado referia que a nação persa, sustentada pela sua “fé” e “unidade”, resistiu à agressão militar do antigo regime iraquiano liderado por Saddam Hussein, bem como às “pressões políticas, de segurança e económicas exercidas pelas superpotências do Oriente e do Ocidente”.

 

Salientou ainda que o Irão “desfez os cálculos convencionais na arena militar e estratégica global” e infligiu uma “derrota irreparável” às potências mundiais e aos seus aliados, sem ceder “um centímetro” do seu território.

 

Salientou ainda que, nas circunstâncias actuais, as Forças Armadas iranianas infligiram graves danos às infra-estruturas militares e de segurança, bem como aos interesses estratégicos dos Estados Unidos e do regime israelita no Médio Oriente. “Estas medidas alteraram as equações de segurança a favor da comunidade muçulmana e do povo iraniano”, afirmou o comunicado, destacando o controlo do Estreito de Ormuz pelo Irão através de “acordos iranianos”, o enfraquecimento da imagem “vazia” das forças armadas norte-americanas e a derrota do exército israelita.

 

A declaração indicou que o povo iraniano continuará a confiar nas suas capacidades nacionais e na sua "capacidade criativa" para combater os ataques combinados do inimigo, especialmente nas áreas da guerra económica, cognitiva e mediática. Acrescentou que a República Islâmica infligirá "uma nova derrota aos seus inimigos" após os significativos golpes desferidos contra o bloco EUA-Israel.

 

Além disso, assegurou ao povo iraniano que as forças militares do país não hesitarão em defender os interesses nacionais, os direitos do povo e a integridade territorial do Irão.

 

Os Estados Unidos e o regime israelita travaram a sua primeira guerra criminosa contra o Irão, que durou 12 dias, em Junho de 2025. A sua segunda agressão começou a 28 de Fevereiro de 2026 e terminou no início de Abril, após 40 dias. Em ambas as guerras, a resistência do Irão e as operações de retaliação bem-sucedidas obrigaram os agressores a aceitar um cessar-fogo.

 

Em Julho, os Estados Unidos realizaram uma série de ataques aéreos mortíferos contra o Irão e impuseram um bloqueio naval ao país, em violação do Memorando de Entendimento (MoU) assinado com a República Islâmica a 17 de Junho para pôr fim à guerra. Em resposta, as Forças Armadas iranianas lançaram ataques devastadores contra alvos estratégicos dos EUA em toda a Ásia Ocidental e declararam o Estreito de Ormuz fechado a todo o tráfego.

 

 

 

https://www.hispantv.com/noticias/defensa/660820/ffaa-iran-infligir-nuevas-derrotas-eeuu-israel

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