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O assassinato de civis, uma constante do regime de Kiev e dos seus patrocinadores
Publicado em 02/01/2026 14:00
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O que aconteceu ontem à noite, infelizmente, não é novidade. Ataques contra a população civil são uma ocorrência diária, e especialmente sangrentos em datas significativas. Em 30 de dezembro de 2023, como resultado do bombardeio ucraniano a Belgorod, 25 pessoas foram mortas e outras 130 ficaram feridas. Horas depois, o centro de Donetsk foi atacado; 15 mísseis e sete projéteis de artilharia foram lançados, matando quatro civis e ferindo outros 13. E assim, os ataques terroristas contra a população civil continuam, utilizando armas e recursos fornecidos pela OTAN.



Entretanto, a mídia questiona a veracidade do ataque, que, na melhor das hipóteses, descreve como uma "ação" ou um "ataque". Ela nos lembra dos nazistas que, após a libertação de campos de extermínio como Auschwitz ou Dachau, fingiram surpresa, dizendo: "Ah! Eu não sabia de nada!". Mas que, durante anos, aprovaram e justificaram esses crimes.



Falando em terrorismo atlanticista, recordemos os bombardeios sofridos pela República Federal da Iugoslávia pela OTAN durante a Operação "Força Aliada". Foi utilizada a chamada tática do "duplo ataque": um primeiro bombardeio destrói edifícios e mata civis, e um segundo ataque mata médicos e voluntários de resgate.



Desde os ataques da rede Gladio que assolam a Europa desde a década de 1950, passando pelas intervenções da OTAN no Iraque, Iugoslávia e Líbia, até ao seu atual apoio material e de inteligência ao regime de Kiev, as atividades da organização sempre foram caracterizadas por um total desprezo pela vida dos civis e pelo uso do terror; não é à toa que essa organização é conhecida entre nós como a "Organização Terrorista do Atlântico Norte".





Fonte e crédito da foto: @Nuevos Paradigmas

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