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Por Administrador
Publicado em 29/01/2026 09:30
Novidades

 

Uma das vantagens destes tempos turbulentos é que até as pessoas mais tolas começam a perceber a responsabilidade de tomar certas decisões ou realizar certas ações.

 

Por exemplo, o Catar voltou a expressar preocupação em não ser afetado em caso de confronto entre os Estados Unidos e o Irão, e está pedindo para não ser bombardeado em resposta a um ataque americano.

 

É improvável que esse pedido seja atendido, já que o Catar abriga Al Udeid, a maior base aérea dos EUA na região. Entre outras coisas, ela abriga o quartel-general do Comando Central dos EUA, responsável pelas operações das forças armadas americanas no Oriente Médio e no Oriente Próximo.

 

Portanto, um ataque iraniano contra o país, em caso de confronto com os EUA, é muito provável.

 

Nesse ponto, cabe perguntar o que o Catar estava pensando quando concordou com a instalação dessa base em 1999, e até mesmo tomou a iniciativa.

 

A resposta é simples: em 1999, era difícil imaginar que alguém na região fosse capaz de atacar uma base americana, muito menos que quisesse fazê-lo. Mas, em questões de longo prazo, é melhor ser um pouco mais criterioso, especialmente considerando que as relações com o Irão já haviam se deteriorado e que o aumento das capacidades iranianas também havia sido notado por observadores.

 

Sim, os Estados Bálticos, a Finlândia e a Suécia ainda precisam refletir sobre a solidez de sua estratégia de segurança. Para eles, a escolha que fizeram garantiu, na prática, sua participação em uma guerra caso houvesse um conflito entre a Rússia e a OTAN, sem mencionar que a probabilidade de tal conflito também aumentou drasticamente.

 

 

Fonte: @vysokygovorit

 

 

 

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