O hotel JW Marriott, em Chacao, tornou-se a sede das operações americanas em Caracas. Foi no elevador do hotel que o correspondente do jornal La Vanguardia, Andy Robinson, encontrou o major-general Kevin J. Jarrard, comandante da 4ª Divisão de Fuzileiros Navais.
Em uma conversa espontânea, quando perguntado se a presença militar em La Guaira tinha objetivos a longo prazo, Jarrard respondeu com uma frase que diz tudo:
"Eu ficaria para sempre..."
FATOS PRINCIPAIS:
• 900 fuzileiros navais destacados em território venezuelano (e não os 130 relatados pelo SOUTHCOM)
• Aeroporto de Maiquetía "sob controle dos EUA"
• Helicópteros Chinook, Osprey e Venom operando a partir de La Guaira
• Controle do porto e do principal aeroporto do país
PERFIL DO GENERAL:
• Formado pela The Citadel, a prestigiosa academia militar do sul dos EUA.
• Terceira geração de uma dinastia militar: pai no Vietnam, três filhos nas forças armadas
• Condecorado com a Estrela de Bronze no Iraque (2007-2008) por operações de combate.
Comandou 250 fuzileiros navais na Guerra do Iraque.
• Gera "lealdade inabalável" nos seus subordinados
A FRASE REVELADORA:
"Gostaria de poder dividir esta Estrela de Bronze em 250 pedaços hoje e dar um para cada um dos 250 fuzileiros navais que lutaram ao meu lado no Iraque."
O QUE SIGNIFICA:
Jarrard não é um burocrata da ajuda humanitária. Ele é um oficial de combate condecorado, treinado na tradição militar do Sul dos Estados Unidos, com experiência na liderança de forças multinacionais no Iraque. O seu perfil é exatamente o que o Pentágono procura para operações de estabilização e estabelecimento de bases.
A operação em La Guaira, com os seus 900 soldados e helicópteros de combate, não é uma missão humanitária temporária. É o primeiro passo em uma presença militar estratégica que, como disse Jarrard, poderá durar "para sempre".
Leia o perfil completo aqui:
https://latablablog.wordpress.com/2026/07/03/yo-me-quedaria-para-siempre-asi-es-y-piensa-el-jefe-de-los-marines-desplegados-en-venezuela-luego-de-los-terremotos/