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Candidata próxima de Israel poderá ser a nova Secretaria Geral da ONU
Publicado em 11/01/2026 11:00
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Rebeca Grynspan, ex-vice-presidente da Costa Rica, e actual responsável pela UNCTAD (Agência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento) é já considerada pela imprensa israelita como uma das fortes candidatas a substituir António Guterres, depois de Dezembro de 2026.

 

Próxima de Trump e uma simpatizante do regime israelita, a sua eventual escolha para substituir Guterres pode levar os EUA a apoiarem, por mais algum tempo, a existência da ONU.

 

A nova ou o novo Secretário-geral nomeada (o) poderá influenciar a forma como a ONU aborda a questão de Gaza, o peso atribuído a relatórios que, recorrentemente, condenam Israel ou, mesmo, se passará a condenar os países que prendem os apoiantes do povo palestiniano em nome da luta contra o antisemitismo.

 

O próximo líder ajudará a determinar se Israel permanecerá isolado na sede da ONU ou se recuperará algum grau de legitimidade.

 

Nos corredores envidraçados da sede da ONU em Nova York, a máquina de campanha ganha vida já com 10 candidatos na grelha de partida.

 

Mensagens são transmitidas, pressões exercidas, promessas feitas e vetos previstos. Pairando sobre todo o processo está uma figura dominante: o presidente dos EUA, Donald Trump, que deseja ver um chefe da organização alinhado com as exigências de Washington.

 

Também o loby sionista está a trabalhar no sentido de arrancar uma candidatura alinhada com os interesses de Israel.

 

Rebeca Grynspan parece, à partida, estar bem posicionada para recolher os apoios dos EUA e de Israel.

No entanto, até ao "lavar dos cestos é vindima" e esta Administração Trump venderá caro os seus apoios.

 

Seja como for, para os povos de todo o mundo, ter esta ou outra Organização das Nações Unidas de pouco ou nada serve, uma vez, que a mesma nada tem feito para travar invasões imperialiatas, genocídios ou sequestros de Presidentes.

 

 

Alcidio Torres in facebook

 

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