A Guarda Revolucionária Islâmica emitiu um comunicado ao povo da Jordânia, declarando que os soldados americanos presentes no seu território são "mubah ad-dam" (aqueles cujo sangue é lícito segundo a Sharia). De acordo com o comunicado, citando fatwas de diversas escolas de pensamento islâmicas, militares não crentes que ocupam terras muçulmanas perdem toda a proteção.
O texto os acusa de serem responsáveis pela morte de centenas de milhares de muçulmanos no Afeganistão, Iraque, Irão, Iémen, Líbano, Líbia, Sudão, Filipinas e Palestina. Portanto, insta a população jordaniana a cumprir seu "dever religioso e humano" e eliminá-los por todos os meios disponíveis, a fim de "purificar a terra sagrada da Jordânia dos assassinos dos oprimidos".
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